Ministério Infantil Jesus Menino

Ministério Infantil Jesus Menino

Acolhendo as crianças

A falta de um serviço como o que se pretende implantar pode afastar e desestimular os pais e responsáveis pelas crianças de menor idade, a estarem inseridos na vida da comunidade durante as celebrações.

Apresentação e motivações 

Nos últimos tempos, a Comunidade da Igreja Nossa Senhora de Fátima

está em expansão e com isso, observamos o crescimento do número de crianças nas celebrações eucarísticas. Isso, sem dúvidas, é um motivo de render graças a Deus, porém sabemos que a dinâmica da Missa, quando não específica para as crianças, não favorece o gosto dos pequeninos pelo Memorial da Páscoa do Senhor. A falta de um serviço como o que se pretende implantar pode afastar e desestimular os pais e responsáveis pelas crianças de menor idade, a estarem inseridos na vida da comunidade durante as celebrações.

Diante dessa realidade, pensamos em oferecer o serviço de acolhida das

crianças durante as celebrações e, ao meditar a respeito, tivemos a inspiração de fundar um ministério próprio para o serviço com as crianças. Na Bíblia, a palavra ministério, na maioria das vezes em que aparece, significa serviço. No Novo Testamento, a palavra grega para ministério é “diakonia” e indica a prestação de algum tipo de serviço ou trabalho.

No entanto, não basta apenas “cuidar” das crianças fisicamente, o serviço vai, além disso. Temos a oportunidade missionária, em nossas mãos, de despertar e fomentar o desenvolvimento da fé nessas crianças, o amor pela palavra de Deus e por seu sacrifício renovado na Santa Missa.

Nesse contexto, a criação do Ministério justifica-se, uma vez que a isponibilidade desse serviço possibilitará aos pais vivenciarem a celebração eucarística de forma mais concentrada, participativa e interativa, onde as atenções estarão voltadas para o encontro com o Cristo, sem desprender sua atenção aos cuidados com os pequeninos.

 

1. Espiritualidade

Propomos aos membros do ministério seguir a espiritualidade de Santa Teresinha, qual seja, a Pequena Via, que podemos sintetizar dizendo que é o caminho do amor; o caminho da humildade e da humilhação; o caminho da pequenez e da pobreza; o caminho da confiança e do total abandono; o caminho da simplicidade de uma criança; o caminho da obediência cega à vontade divina.

“Meu caminho é todo de confiança e de amor, não compreendo as almas, que têm medo de um amigo tão terno. Às vezes, quando leio certos trados nos quais a perfeição é mostrada mediante mil entraves, cercada de uma multidão de ilusões, meu pobre espiritozinho logo se cansa, fecho o sábio livro que me quebra a cabeça e seca meu coração e pego a Sagrada Escritura. Então, tudo me parece luminoso, uma só palavra abre à minha alma horizontes infinitos, a perfeição me parece fácil, vejo que basta reconhecer seu nada e abandonar-se como uma criança nos braços do Bom Deus. Deixando às grandes almas, aos grandes espíritos os belos livros que não posso compreender, ainda menos pôr em prática, alegro-me por ser pequena, pois que só as crianças e os que se lhes assemelham serão admitidos ao banquete celeste. Fico feliz porque há muitas moradas no reino de Deus, pois senão houvesse senão aquelas cuja descrição e caminho me parecem incompreensíveis, eu não poderia entrar nele.”

“Devemos ir para o céu pelo mesmo caminho, o do sofrimento unido ao amor. Quando chegar ao porto, eu lhe ensinarei, querido irmão de minha alma, como você deve navegar sobre o mar encapelado do mundo com o abandono e o amor de uma criança, que sabe que seu Pai a ama e não poderia deixá-la só na hora do perigo. Ah, como quisera fazêlo compreender a ternura do Coração de Jesus, o que Ele espera de você! Compreendi, mais que nunca, que sua alma é irmã da minha, pois que é chamada a se elevar para Deus pelo ascensor do amor e não a subir a rude escada do temor…”

 

2. Pilares do ministério 

  • Oração – Não podemos falar em servir na Igreja sem antes alimentar, abastecer a nossa alma; a oração nos eleva a Deus, nos retira de nós mesmos e nos lança aos céus, aos cuidados do Senhor.
  • Alegria – Sinal visível de quem se encontrou com Jesus e vive o seu amor. A alegria deve ser marca desse ministério por sua própria natureza, as crianças, que por essência trazem consigo o dom da alegria.   

Como afirma o Papa Francisco: “O coração do homem deseja a alegria. Cada família, cada povo aspira à felicidade. Mas qual é a alegria que o cristão é chamado a viver e testemunhar? É a alegria que vem da proximidade de Deus, da sua presença em nossa vida. Desde quando Jesus entrou na história, com seu nascimento em Belém, a humanidade recebeu a semente do Reino de Deus, como um terreno que recebe a semente, promessa da futura colheita. Não é mais necessário procurar em outro lugar! Jesus veio para trazer alegria para todos e para sempre”.  

  • Serviço – O serviço é próprio de cada ministério, é o doar-se a Deus se colocando à disposição do outro por amor a Jesus, mestre e Deus, que se pôs a lavar os pés dos discípulos deixando-nos o exemplo a ser seguido.

 

 

3. Objetivos 4

 

  • Objetivo Geral: Acolher as crianças cujos pais ou responsáveis estejam participando da Santa Missa; como também promover a evangelização das crianças favorecendo o despertar/desenvolvimento da fé e o encontro pessoal com Jesus, por meio da oração;

 

  • Objetivos Específicos:
  1. Possibilitar o conhecimento e gosto pela palavra de Deus e pela Santa Missa.
  1. Propiciar as crianças interagirem umas com as outras, incentivando a criação de vínculos e o desenvolvimento do sentimento de identidade e pertencimento com a comunidade cristã a qual estão inseridas.

 

4. Público alvo 

Para atender da melhor forma possível, elegemos como público alvo

crianças de 2 a 9 anos.

Sendo assim, trabalharemos com três grupos de crianças:

  • Grupo 1 crianças de 2 a 3 anos – Sala Querubins;
  • Grupo 2 crianças de 4 a 6 anos – Sala Serafins;
  • Grupo 3 crianças de 7 a 9 anos – Sala Arcanjos.

 

5. Metodologia 

Cada grupo etário de criança tem a sua peculiaridade para aprender e

se desenvolver, sendo assim, deve-se usar de metodologia adequada para propiciar aos pequeninos uma amizade com Jesus.

 

Os objetivos específicos pretendidos poderão ser alcançados por meio 5

de instrumentos e abordagem lúdica, a exemplo, das contação de história bíblica e de cunho moral, canto, música, dança, dramatização, fantoches, desenho, pintura, liturgia dentre outras, promovendo-se a interação e criação das crianças.

O objetivo maior não é “cuidar” simplesmente das crianças, como dito

acima, mas, antes de tudo, favorecer o encontro pessoal com o amigo e salvador Jesus Cristo, é Ele o centro da vida cristã e, sendo assim, deve ser o centro do trabalho com as crianças.

 

6. Equipes  

Sugere-se a divisão dos membros, conforme a necessidade, em equipes

que servirão em regime de escala, cada equipe de trabalho passará por todas as salas, a saber, Querubins, Serafins e Arcanjos. Haverá rodízio mensal das equipes no que se refere às salas – Querubins, Serafins e Arcanjos.

O Ministério Infantil atuará na Igreja Matriz de Nossa Sra de Fátima:

  1. SEGUNDAFEIRA (logo após a missa 20h00) – serviço

direcionado para as crianças cujos pais e responsáveis estiverem no Grupo de Oração da Igreja Matriz Nossa Senhora de Fátima;

  1. SEXTAFEIRA – Missa da Hora da Graça – 19h30 (chegar,

no mínimo, com 15 de antecedência);

  1. DOMINGO – Missas das 19h30.

Observação: No 4º domingo de cada mês ocorre a MISSA DAS CRIANÇAS às 10h00, razão pela qual o ministério não deve atuar e sim estimular os pais e responsáveis a levarem as crianças para essa celebração.

 

7. Planejamento mensal e formação 

O trabalho com as crianças deve ser encarado com muito zelo e

dedicação. As crianças prestam atenção e participam se se sentirem atraídas, motivadas, sendo assim, é de suma importância o PLANEJAMENTO e PREPARAÇÃO ANTECIPADA das atividades a serem realizadas, tendo-se o cuidado de deixar tudo previamente organizado.

Para que o trabalho do ministério seja eficaz e produtivo faz-se

necessária formação apropriada nas áreas teológica, espiritual, relacional, pedagógica dentre outras, para tanto se deve ter o cuidado de planejar momento de formação e retiro.

 

8. Estrutura e atribuições 

Diante da dimensão do trabalho a ser desempenhado, bem como da

quantidade de membros necessários para a realização do mesmo, pensou-se em estruturar o Ministério em quatro frentes harmônicas de trabalho. São elas: Equipes de Sala, Equipe Geral, Equipe Pedagógica e Articulação Ministerial.

Equipes de Sala – formadas conforme escala de trabalho. Essa equipe é

que dá “vida” ao Ministério, pois vai lidar diretamente com a evangelização das crianças. Tem como atribuições planejar e desenvolver de forma integrada, construtiva e colaborativa as atividades a serem desenvolvidas com as crianças de acordo com a sugestão de cronograma previamente elaborado pela Equipe Pedagógica e Articulação Ministerial. Bem como, preencher ficha das atividades desenvolvidas, pontuar as dificuldades e apresentar sugestão de atividades.

Equipe Pedagógica – tem por atribuições propor cronograma de

atividades, formação e retiro num trabalho conjunto com a Articulação Ministerial. Diante disso, sugerem-se reuniões periódicas a fim de elaborar planejamento para cada mês, tendo o cuidado de observar o tempo litúrgico e cívico. Buscar-se-á 7 colocar um pedagogo ou professor como facilitador nas equipes de sala em cada dia de trabalho conforme disponibilidade.

Coordenação Geral – tem por atribuições supervisionar/coordenar o

cumprimento da escala de trabalho e fazer as permutas necessárias diante de imprevistos, bem como dá suporte às equipes de sala no que diz respeito aos materiais e espaço físico a ser utilizados, está atento e pontuar as necessidades materiais, no que for pertinente, trabalha em conjunto com o Articulador Ministerial. A equipe geral deve receber de cada equipe de sala as fichas de atividades preenchidas ao final dos trabalhos desempenhados, as quais serão posteriormente entregues à equipe pedagógica.

Articulador Ministerial – tem por atribuições fomentar a interação,

harmonia e motivação entre as frentes de trabalho, quais sejam, Equipe de Sala, Equipe Pedagógica, Coordenação Geral. Bem como coordenar os trabalhos desenvolvidos pelo Ministério Infantil contribuindo para o bom desempenho do mesmo, buscando agir em conjunto com a Equipe Pedagógica e Coordenação Geral.

 

8. Material necessário 

 

  1. Bíblia;
  1. Material Didático-pedagógico (Lição Bíblica);
  1. Versículo ilustrado;
  1. Figuras, Cartazes;
  1. Tesouras, colas (branca/colorida), réguas, fita adesiva, canetinhas, lápis de escrever, lápis de cor, lápis de cera, cartolina, prato de papel, cartõezinhos, massa de modelar…;
  1. Identificador (pulseiras ou crachá);

 

7-Saco/caixa/baú de histórias (objetos para serem usados durante a contação de 8 história, cenário e figurino);

  1. Livros;
  1. Data show;
  1. Caixa de som;
  1. Colchonetes;
  1. Almofadas;
  1. Tapetes de emborrachado;
  1. Armários;
  1. TV e DVD;
  1. Brinquedos;
  1. Coletes;
  1. Aventais.
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Explicando nossa marca
Criamos ela com base no Cristo Criança. Sorrindo e com os braços abertos para abraçar a todos que participarem do ministério e também a todas as crianças, pois “Deixai vir a mim as crianças, porque delas é o Reino dos Céus” (Mt 19,13-15).
A roupa que ele usa é até maior que o seu tamanho, remetendo a infância (quando vistíamos as roupas de nossos pais).
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